Durante a manhã desta sexta-feira (13), na Lavagem de Arembepe, em Camaçari, o ex-ministro das Cidades e pré-candidato ao Senado pelo PL, João Roma, adotou um tom mais firme contra seus adversários políticos.
Acusações e resposta
Questionado sobre as tentativas de associar seu nome ao caso envolvendo o Banco Master, ele classificou as alegações como estratégias políticas do PT para desestabilizá-lo. Segundo João Roma, essa ligação seria fruto do “desespero” dos opositores diante da disputa eleitoral na Bahia.
O ex-ministro garantiu ter uma trajetória pública transparente, destacando que, durante sua gestão no Ministério das Cidades no governo de Jair Bolsonaro, não foi tomada nenhuma decisão que favorecesse o banco ou instituições relacionadas.
“Não escondo minhas amizades pessoais, mas toda minha vida pública é transparente. Não há nenhum ato meu ou do ministério que tenha beneficiado esse banco ou qualquer entidade ligada a ele.”
Desafio e acusações ao governo
Além disso, ele acusou o PT de tentar criar uma “cortina de fumaça” para desviar a atenção do verdadeiro debate político, ressaltando que a população está atenta a motivações eleitorais por trás das denúncias.
João Roma ainda lançou um desafio ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmando que está disposto a liberar seus dados telefônicos para qualquer investigação, e questionou se Rui Costa faria o mesmo.
“Se pedirem a quebra do meu sigilo, entrego de bom grado. Agora quero ver se Rui Costa entrega o dele também.”
Contexto da disputa política
Essa declaração surge em meio ao aumento das trocas de acusações entre aliados do governo e lideranças da oposição na Bahia. O tradicional evento cultural da Lavagem de Arembepe, realizado em Camaçari, tornou-se também um cenário de embate político, antecipando o clima da disputa eleitoral no estado.







