Na manhã desta sexta-feira (08), trabalhadores terceirizados das áreas de construção civil, montagem e manutenção industrial realizaram paralisações em várias frentes de trabalho no Polo Industrial de Camaçari. Essa mobilização ocorre no contexto da campanha salarial da categoria e coloca em evidência as discussões sobre reajuste salarial, benefícios e condições de trabalho para os profissionais que atuam em contratos terceirizados no complexo industrial.

Em conversa com a imprensa, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Montagem e Manutenção Industrial de Camaçari e Região (SINDTICCC), Bira do Sindicato, relatou que a paralisação foi aprovada pelos trabalhadores após a rejeição da proposta apresentada pelos empregadores.

Bira destacou que o sindicato está pleiteando um reajuste salarial de 12% e a criação de uma cesta básica no valor de R$ 650. Em contrapartida, a proposta da classe patronal, discutida durante as negociações, oferecia um aumento de apenas 3,5%, percentagem que ficava aquém da inflação acumulada, que o sindicato identificou em 3,77%.

“Os trabalhadores ficaram insatisfeitos com a proposta e decidiram interromper suas atividades. Realizamos uma votação e a paralisação foi aprovada como forma de protesto contra a lentidão nas negociações”, declarou Bira.

O dirigente sindical também informou que assembleias foram realizadas em quatro canteiros de obras do Polo Industrial, abrangendo locais que incluem áreas associadas à Braskem e à fábrica da BYD. Entre as empresas mencionadas pelo sindicato, estão Falcão Engenharia, Engenova, Diase, Open Build, Valtec, Cepeng, Monsertec, Priner, NPE, Reflamax e RIP.

Bira reafirmou que a categoria manterá sua mobilização enquanto não houver progresso nas negociações salariais. “Insistimos nos 12% de reajuste porque acreditamos que isso representa um aumento justo para os trabalhadores. A ação de hoje visa demonstrar a união e a vigilância dos trabalhadores nas negociações”, afirmou.

As paralisações aconteceram em um período de significativo crescimento industrial em Camaçari, caracterizado pela expansão de obras, novos investimentos e um aumento na demanda por mão de obra terceirizada nos setores de construção, montagem e manutenção industrial.

A equipe de reportagem busca contato com representantes do setor patronal para obter um posicionamento acerca das reivindicações apresentadas pelos trabalhadores.Na manhã desta sexta-feira (08), trabalhadores terceirizados das áreas de construção civil, montagem e manutenção industrial realizaram paralisações em várias frentes de trabalho no Polo Industrial de Camaçari. Essa mobilização ocorre no contexto da campanha salarial da categoria e coloca em evidência as discussões sobre reajuste salarial, benefícios e condições de trabalho para os profissionais que atuam em contratos terceirizados no complexo industrial.

Em conversa com a imprensa, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Montagem e Manutenção Industrial de Camaçari e Região (SINDTICCC), Bira do Sindicato, relatou que a paralisação foi aprovada pelos trabalhadores após a rejeição da proposta apresentada pelos empregadores.

Bira destacou que o sindicato está pleiteando um reajuste salarial de 12% e a criação de uma cesta básica no valor de R$ 650. Em contrapartida, a proposta da classe patronal, discutida durante as negociações, oferecia um aumento de apenas 3,5%, percentagem que ficava aquém da inflação acumulada, que o sindicato identificou em 3,77%.

“Os trabalhadores ficaram insatisfeitos com a proposta e decidiram interromper suas atividades. Realizamos uma votação e a paralisação foi aprovada como forma de protesto contra a lentidão nas negociações”, declarou Bira.

O dirigente sindical também informou que assembleias foram realizadas em quatro canteiros de obras do Polo Industrial, abrangendo locais que incluem áreas associadas à Braskem e à fábrica da BYD. Entre as empresas mencionadas pelo sindicato, estão Falcão Engenharia, Engenova, Diase, Open Build, Valtec, Cepeng, Monsertec, Priner, NPE, Reflamax e RIP.

Bira reafirmou que a categoria manterá sua mobilização enquanto não houver progresso nas negociações salariais. “Insistimos nos 12% de reajuste porque acreditamos que isso representa um aumento justo para os trabalhadores. A ação de hoje visa demonstrar a união e a vigilância dos trabalhadores nas negociações”, afirmou.

As paralisações aconteceram em um período de significativo crescimento industrial em Camaçari, caracterizado pela expansão de obras, novos investimentos e um aumento na demanda por mão de obra terceirizada nos setores de construção, montagem e manutenção industrial.

A equipe de reportagem busca contato com representantes do setor patronal para obter um posicionamento acerca das reivindicações apresentadas pelos trabalhadores.

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