Policial militar é solta em caso Léo Lanches com restrições e afastamento
Policial militar é solta no caso Léo Lanches, mas fica afastada e com restrições.
A soltura da policial militar é o principal destaque no caso Léo Lanches, que ocorreu na localidade de Lessa Ribeiro, em Salvador. A soldado Valdilene Nonato Santos França teve a liberdade concedida, mas com medidas cautelares importantes, incluindo o afastamento do serviço público por 180 dias.
Medidas após a soltura policial no caso Léo Lanches
A decisão judicial impôs restrições à policial que estava presa desde 4 de agosto de 2026, por envolvimento na morte do vendedor Leonardo Gil Lima, conhecido como Léo Lanches. Além do afastamento, ela não pode manter contato com testemunhas e familiares da vítima e está proibida de entrar na área de Lessa Ribeiro, em Salvador.
Investigação e apuração continuam em Salvador
O caso segue em investigação pela Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Paralelamente, a Polícia Militar da Bahia apura responsabilidades disciplinares dos agentes envolvidos. Leonardo Gil Lima foi ferido na noite de 23 de julho de 2026, socorrido em Lauro de Freitas, mas não resistiu aos ferimentos.
Contexto do caso e prisão da policial
A soldado Valdilene foi presa no bairro da Pituba, em Salvador, pouco menos de duas semanas após a morte de Léo Lanches. A prisão contou com apoio da Polícia Militar e foi baseada em imagens das câmeras corporais e laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT). A apuração administrativa da PM-BA também está em andamento.
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