Na última quinta-feira (12), o atraso no pagamento dos médicos da Maternidade de Camaçari gerou críticas contundentes, devido ao impacto direto no atendimento da população local e das cidades vizinhas.
Desde o dia 9, os profissionais reduziram os atendimentos eletivos, especialmente aqueles classificados nas fichas verdes e azuis, como forma de protesto pelos salários em atraso.
Consequências do atraso
- A redução nos atendimentos compromete o funcionamento da maternidade, que atende gestantes, recém-nascidos e famílias que dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS).
- A situação coloca em risco a qualidade e a continuidade do serviço prestado à comunidade.
Pedidos de intervenção
- É urgente que o governo do estado tome providências para sanar os atrasos nos pagamentos.
- As escalas incompletas aumentam a sobrecarga para os profissionais que permanecem em plantão, exigindo esforços extras para manter o atendimento em funcionamento.
Atuação conjunta dos entes públicos
- A maternidade atende cerca de nove municípios, além de pacientes encaminhados pelo sistema estadual de regulação.
- É fundamental que tanto o governo quanto a prefeitura colaborem para solucionar o problema, já que ambos são responsáveis pela gestão e financiamento da unidade.
Reflexos na gestão e valorização profissional
- O atraso dos repasses evidencia falhas na administração da maternidade e demonstra desvalorização dos profissionais da saúde.
- Médicos têm o direito legítimo de exigir o pagamento pelos serviços prestados, pois é difícil manter comprometimento sem o devido reconhecimento financeiro.
- A resolução imediata desse impasse é essencial para garantir a qualidade do atendimento e o respeito aos trabalhadores da saúde.






