Na última quinta-feira (19), um menino de 11 anos foi vítima de agressões físicas dentro do Centro Educacional Tancredo Neves, em Jauá, na orla de Camaçari. O pai da criança relata como descobriu o ocorrido e revela o impacto emocional que o episódio causou no filho.
Segundo o pai, a família enfrentou grandes dificuldades para lidar com a situação, sentindo falta de um suporte efetivo tanto da escola quanto da Secretaria da Educação.
Resposta da Secretaria de Educação
Por outro lado, a Secretaria de Educação afirma que todas as providências foram tomadas assim que o caso veio à tona. Houve uma reunião com a gestão escolar para compreensão do episódio e definição das ações necessárias.
Entre as medidas adotadas estão:
- Acionamento da Secretaria de Saúde para garantir atendimento médico ao aluno vítima;
- Acompanhamento psicológico para o estudante e também para os autores das agressões;
- Transferência dos alunos envolvidos para outras unidades escolares;
- Início de palestras educativas para a comunidade escolar, abordando mediação de conflitos, bullying e combate à violência;
- Suporte jurídico direcionado à família da criança agredida.
Impacto no Legislativo Municipal
O episódio ganhou repercussão entre representantes do Legislativo local. Um vereador, autor de um projeto de lei que visa criar um programa municipal de prevenção e combate ao bullying e cyberbullying, reforçou a gravidade da situação nas escolas do município.
Ele destacou que muitos casos não são denunciados por medo das vítimas e ressaltou as consequências psicológicas graves provocadas por esse tipo de violência.
Outro caso recente envolvendo uma adolescente de 14 anos, que teria sofrido humilhação em sala de aula seguida de agressões, foi citado para enfatizar a urgência da aprovação do projeto de lei e da adoção de medidas mais efetivas.
Medidas sugeridas para maior proteção
- Garantir que a escola seja um ambiente seguro, livre de medo e violência;
- Instalar sistemas de monitoramento por câmeras nas unidades escolares para prevenir agressões;
- Investir em ações preventivas constantes;
- Manter acompanhamento contínuo para alunos e profissionais da educação.





