O ex-deputado estadual Marcelino Galo afirmou que a tentativa de caracterizar como agressão o episódio envolvendo o governador Jerônimo Rodrigues durante o cortejo do 2 de Julho trata-se de uma manobra política da oposição. Ele ressaltou que Jerônimo é uma figura reconhecida por sua defesa dos direitos e proteção das mulheres, e que o episódio deve ser compreendido como uma provocação planejada.

Contexto da provocação

  • Cristiele Santos, responsável pela abordagem, não é uma cidadã casual no evento, mas uma agente política com histórico conhecido de oposição ao governo estadual.
  • Ela tem atuação política em Camaçari, já concorreu a vereadora pelo Democratas, partido que depois se fundiu ao PSL para formar o União Brasil.
  • Além disso, está ligada ao ex-prefeito de Camaçari, Elinaldo Araújo, também do União Brasil, pré-candidato a deputado estadual e aliado do líder ACM Neto.

Posição do ex-deputado

  • Marcelino Galo destacou que essa ligação política desmonta a narrativa de que a abordagem foi um ato isolado e espontâneo.
  • Ele enfatizou que não se tratou de uma pessoa neutra, mas de alguém com claro alinhamento partidário e histórico de oposição.
  • O episódio teria sido planejado para provocar o governador e, em seguida, tentar reverter a situação, dando a impressão de que Jerônimo teria agredido Cristiele.

Rejeição a falsas informações

  • O ex-deputado também negou veementemente qualquer relação entre Cristiele e o partido do qual ele faz parte.
  • O registro oficial do Tribunal Superior Eleitoral confirma que Cristiele está vinculada politicamente ao Democratas, origem do União Brasil.
  • Segundo Galo, é uma tentativa de manipulação acusar o seu partido pela atuação dela.

Considerações finais

Para Marcelino Galo, o episódio simboliza uma ação política calculada da oposição aproveitando a principal celebração cívica da Bahia para criar constrangimento e tumulto. Ele pontuou que o governador foi abordado de forma invasiva, mas conseguiu se desvencilhar da situação, ao passo que tenta-se explorar o caso para produzir desgaste político.

Segundo ele, “essas provocações são feitas, depois os vídeos são editados para vender uma narrativa distorcida. Jerônimo é um governante que respeita e defende as mulheres da Bahia, e essa tentativa de desgaste não prosperará”.

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