Comerciantes da região central de Camaçari estão mobilizados para alertar sobre os riscos que as recentes mudanças de trânsito podem trazer para o setor. Utilizando as redes sociais, eles expressaram preocupação quanto aos efeitos potenciais que poderão surgir caso não sejam implementadas correções necessárias até junho. De acordo com os empresários, a falta de ajustes pode levar à demissão de cerca de 300 trabalhadores.

Em entrevista ao programa Bahia no Ar, Edmilson Sousa, diretor da Superintendência de Trânsito e Transporte de Camaçari (STT), reiterou que o calçadão da Avenida Getúlio Vargas e da Rua Adelina de Sá permanecerá em funcionamento. O gestor informou que uma equipe técnica está desenvolvendo um estudo com o intuito de otimizar o fluxo de veículos nas áreas afetadas, que estão fechadas para o tráfego de automóveis. A proposta inclui a implementação de alternativas para estacionamento e a organização de espaços específicos para carga e descarga, a fim de atender as necessidades do comércio local.

Essas alterações já têm gerado inquietação entre os empresários da área, que temem que a falta de medidas apropriadas possa prejudicar ainda mais a atividade econômica na região.Comerciantes da região central de Camaçari estão mobilizados para alertar sobre os riscos que as recentes mudanças de trânsito podem trazer para o setor. Utilizando as redes sociais, eles expressaram preocupação quanto aos efeitos potenciais que poderão surgir caso não sejam implementadas correções necessárias até junho. De acordo com os empresários, a falta de ajustes pode levar à demissão de cerca de 300 trabalhadores.

Em entrevista ao programa Bahia no Ar, Edmilson Sousa, diretor da Superintendência de Trânsito e Transporte de Camaçari (STT), reiterou que o calçadão da Avenida Getúlio Vargas e da Rua Adelina de Sá permanecerá em funcionamento. O gestor informou que uma equipe técnica está desenvolvendo um estudo com o intuito de otimizar o fluxo de veículos nas áreas afetadas, que estão fechadas para o tráfego de automóveis. A proposta inclui a implementação de alternativas para estacionamento e a organização de espaços específicos para carga e descarga, a fim de atender as necessidades do comércio local.

Essas alterações já têm gerado inquietação entre os empresários da área, que temem que a falta de medidas apropriadas possa prejudicar ainda mais a atividade econômica na região.

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