Corregedor derruba suspensão do canal Exército do Lula no WhatsApp
Corregedor do TSE derruba suspensão do canal Exército do Lula no WhatsApp.
O corregedor-geral eleitoral Ricardo Vilas Bôas Cuêva derrubou a suspensão do canal Exército do Lula no WhatsApp, que havia sido determinada pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques. O canal, criado para apoiar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conta com mais de 3,4 milhões de participantes.
Decisão do corregedor sobre a suspensão do canal Exército do Lula
Antes da suspensão, o corregedor já havia solicitado informações complementares ao candidato Lula, mas não determinou o bloqueio do canal. A suspensão foi pedida pela campanha de Flávio Bolsonaro, adversário de Lula, que acusa o canal de divulgar desinformação sobre programas sociais e aposentadorias.
Vilas Bôas Cuêva apontou que o pedido da campanha de Flávio foi apresentado à presidência do TSE 41 minutos depois da solicitação feita ao corregedor e que documentos importantes não foram anexados ao processo sob sua relatoria.
Contexto e reação dos envolvidos
O canal Exército do Lula estava sendo questionado judicialmente desde antes da decisão de suspensão. A campanha de Flávio Bolsonaro também entrou com ação para cassar o mandato do deputado André Janones, criador do canal.
Janones criticou a suspensão e afirmou que o canal serve para mobilizar eleitores no segundo turno das eleições presidenciais, que será disputado entre Lula e Flávio Bolsonaro no dia 25.
Lula, em ato na Avenida Paulista, questionou a imparcialidade da Justiça Eleitoral e anunciou que o PT vai recorrer contra a suspensão do canal para garantir o equilíbrio na disputa.
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