
Uma importante novidade chega ao mercado brasileiro com o lançamento do SUV médio Song Pro Flex, da montadora chinesa BYD. Este veículo é pioneiro ao combinar três tipos de propulsão: etanol, gasolina e sistema elétrico, tornando-se o primeiro modelo da marca no país com essa tecnologia híbrida-flex.
Investimento e produção local
- O SUV é fabricado em Camaçari, na Bahia, fruto de um investimento de R$ 150 milhões em tecnologias adaptadas aos combustíveis disponíveis no Brasil.
- Essa iniciativa reforça o protagonismo da montadora no setor de veículos eletrificados no país.
Versões e autonomia
- Existem duas versões do Song Pro Flex: a GL, com autonomia elétrica de até 60 km;
- e a GS, que alcança até 120 km somente em modo elétrico.
- O preço inicial do modelo parte de R$ 176.990.
- Destaques tecnológicos incluem teto solar controlado por comando de voz e o uso otimizado de etanol.
Parceria para energia sustentável
- Para promover a sustentabilidade, a montadora firmou uma colaboração visando facilitar a aquisição de sistemas de energia solar.
- Kits solares podem ser comprados com pagamento parcelado em até 36 vezes, sem juros e sem entrada.
- Essa estratégia reforça o compromisso com soluções verdes e econômicas para o consumidor.
Compromisso com o Brasil
- Até 2027, a empresa pretende que metade das peças usadas em seus veículos sejam produzidas localmente, fortalecendo a cadeia produtiva nacional.
- Está previsto um aporte de R$ 5,5 bilhões para ampliar a fábrica de Camaçari, visando transformar o Brasil em um centro regional de exportação.
Metas de produção e crescimento
- Para este ano, a expectativa é produzir cerca de 180 mil veículos na Bahia, chegando a 200 mil unidades em todo o país até 2026.
- No último mês de julho, a empresa atingiu um recorde de vendas, conquistando a quarta colocação no mercado brasileiro, com 9,1% de participação.
- Até o fim do ano, a rede de concessionárias deve chegar a 300 pontos em todo o território nacional.
Inovação e perspectivas futuras
O lançamento do Song Pro Flex representa um marco que resulta da colaboração entre equipes brasileiras e chinesas, desenvolvido especialmente para as demandas do Brasil. A aposta na tecnologia flex híbrida está alinhada à expansão do uso do etanol e abre portas para futuras exportações a mercados como os da Índia.




